Desde tenra idade que Litas Ricardo escreve histórias que surgem de sonhos.
“Era uma vez… A minha vida!”, é não só o resultado de um desses sonhos, como também de muitos sentimentos adquiridos ao longo da vida que se misturaram com ideias que foram surgindo à medida que cada palavra e situação ia sendo escrita.
Aos treze anos perdeu dez folhas manuscritas com uma letra horrível. Passados uns anos descobriu-as e decidiu desenvolver cada situação, resultando assim nesta história em que de certeza qualquer leitor facilmente se reverá em alguma passagem, tal como aconteceu às pessoas que já a leram.
Foram estas pessoas bem como a sua família, as que apelida “da casa”, que lhes transmitiu força para finalmente tirar o seu sonho da gaveta e dá-la a conhecer ao mundo.
Helena Pedrosa é uma mulher de fortes convicções, que consumida de dor pela perca dos seus queridos avós e pais e pela pesada herança de brigas familiares, a qual recusou aceitar e alimentar, decidiu procurar um novo rumo, um novo significado para a sua vida, fora da sua área de conforto, a casa que fora dos seus avós maternos no Norte de Portugal.
Quis o destino que um grave acidente rodoviário, em pleno Ribatejo, a levasse a apaixonar-se pela pessoa errada, por representar romper com o que fortemente acreditava. Inundada de vergonha e de sentimentos contraditórios, a única solução que encontrou dentro de si, foi fugir para continuar à procura do que há muito precisava para viver com dignidade interior.
Foi no Alentejo que encontrou paz. Mas será que esta paz não foi abalada, levando-a a ter de romper com o que sempre acreditara?
Esta é uma história de amor, força, coragem, luta de sentimentos e convicções, resoluções difíceis colocadas pela própria vida e esperança. Quem sabe se uma história cuja mensagem pode ajude alguém que esteja perdido.
- Autor: Litas Ricardo
- Nº Págs.: 300
- ISBN: 978-989-691-307-6
- Descrição:
Desde tenra idade que Litas Ricardo escreve histórias que surgem de sonhos. “Era uma vez… A minha vida!”, é não só o resultado de um desses sonhos, como também de muitos sentimentos adquiridos ao longo da vida que se misturaram com ideias que foram surgindo à medida que cada palavra e situação ia sendo escrita. Aos treze anos perdeu dez folhas manuscritas com uma letra horrível. Passados uns anos descobriu-as e decidiu desenvolver cada situação, resultando assim nesta história em que de certeza qualquer ...
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